"o sucesso aguarda aqueles que pacientemente o preparam."
- by pedro vieira
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(e também é por isso que se trabalha ao fim de semana)
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domingo, 2 de outubro de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
xô inércia
preciso mesmo de a vencer e de fazer algo por mim, no plano físico e mental, para ganhar energia e fôlego extra!
algo.
por mim.
para mim.
algo.
por mim.
para mim.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
mais uma para a coleção
podia ser pior, podia ser pior...
as coisas vêm quando têm que vir
e logo se vão embora
e coisas boas acontecem.
isso mesmo...
[olá rotura de ligamentos, adeusinho férias...]
segunda-feira, 13 de junho de 2016
o teu primeiro dia
"sabes aquele momento em que, acabado de acordar, ainda não sabes que tu és tu?
imagina prolongar esse momento por um dia inteiro, vivendo-o como se fosse o teu primeiro dia - aquele em que te descobres.
que pequenos tesouros existem em ti, por revelar?"
by Pedro Vieira
domingo, 12 de junho de 2016
últimos tempos, coisas boas e desalentos
muito às custas da aprendizagem com a vida, tenho desenvolvido a minha capacidade de resiliência e aprendido a acreditar na lei (física) da atração, optando por retirar sempre alguma reflexão e ensinamento quando as coisas correm menos bem.
o que se passou ultimamente:
num sábado de muita chuva, o joão teve um grave acidente de carro, mas não se magoou (aprendeu que tem que ser mais cauteloso e andar mais devagar)
o guguinhas deu uma queda que, apesar de pequena foi desamparada e está de braço ao peito (fraturou o rádio - pulso)
foi o batizado da sobrinha mais linda do mundo, uma das minhas duas afilhadas
o zizo voltou a tirar muito boas notas nos testes finais
o zizo foi finalista do 4º ano, um dia muito emocionante e importante na sua vida - felizmente ele e quase todos os colegas de turma estão inscritos na mesma escola
recomecei as corridas
o bom tempo chegou, finalmente!
sexta-feira, 27 de maio de 2016
zizo, o sindrome de asperger e as notas na escola
surpreendidos
de coração cheio
felizes, orgulhosos
esperançosos
acreditando num futuro radioso
e mais: embora já pudesse beneficiar do plano educativo de necessidades especiais (no caso dele está previsto mais tempo para fazer os testes e explicações mais detalhadas do que é pretendido), não foi necessário!
deu-se um clique na cabecinha do meu menino, um clique que fez com que ele se concentrasse, porque o conhecimento e as capacidades ele tem! temos que descobrir como ativar esse clique, porque funcionou, porque é possível ele encontrar estratégias para lidar com o que o pode estar a limitar.
verdade é que foi logo após eu concluir o curso de pnl e do "truque" dos óculos mágicos, uma âncora que vou continua a ativar. os segundos testes vêm aí e vão correr tão bem quanto os anteriores!
o zizo está com a memória positiva da felicidade da conquista ainda muito presentes e estou certa de que assim vai continuar.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
sobre o post anterior
por vezes é necessário ajustar o nosso tipo de energia para chegar ao resultado pretendido.
assim sendo, é muito embora tenha sentido alguma angústia por me ter irritado em vez de parar para respirar e observar a situação, talvez tenha conseguido estabelecer limites e que a outra pessoa seja mais cuidadosa no futuro.
"não existe falhanço, apenas feedback". deixa fluir!
assim sendo, é muito embora tenha sentido alguma angústia por me ter irritado em vez de parar para respirar e observar a situação, talvez tenha conseguido estabelecer limites e que a outra pessoa seja mais cuidadosa no futuro.
"não existe falhanço, apenas feedback". deixa fluir!
sexta-feira, 22 de abril de 2016
comportamento gera comportamento
acabei de ter um acesso de energia bastante "vermelha" com uma colega que teve uma atitude arrogante, num tema que acabou por gerar conflito, devido a uma falha de comunicação.
tive dificuldades em conter-me e em pensar antes de reagir. apesar da situação ter acontecido via telefone, senti toda a minha fisiologia alterar-se e acompanhar o tom mais autoritário e elevação da voz com uma postura corporal rígida e tensa (e que fez piorar a dor na cervical que me acompanha há 3 dias).
o que aprendi com esta situação:
1) mais uma prova de que comportamento gera comportamento. deixei que a postura tóxica do outro lado me contaminasse, talvez também eu tenha sido percecionada como arrogante do outro lado...
2) depois de terminar essa conversa acesa, consegui respirar fundo e descontrair, deixando os fluidos negativos irem no fio do telefone.
3) entretanto lembrei-me de uma passagem (uma situação também ao telefone) que li n'"o mago que não acreditava em magia" e, numa situação futura, irei assumir outra postura: sorrir antes de atender, escutar o interlocutor até ao fim, criar rapport e só no fim intervir, recorrendo a estratégias de coaching. o objetivo: liderar o desfecho da situação, elevando o comprometimento e o meu grau de influência.
tanto que tenho para aprender!
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quinta-feira, 21 de abril de 2016
mensagem do meu chá para mim:
“have
wisdom in your actions and faith in your merits”
[e é também por isto qua adoro os chás yogi tea]
1ª experiência porto-lisboa em voo ryanair
[ontem às 06:40 da matina] económico, prático e relativamente
rápido (não fosse o tempo de antecedência, leia-se grande seca, com que se tem
que comparecer para o embarque)
segunda-feira, 18 de abril de 2016
aprender a lidar com pessoas tóxicas
estive
com uma colega, na hora do almoço, que demonstrou uma atitude muito tóxica.
tudo
nela transparecia agressividade e revolta, a começar pela fisiologia, até
passar pelas palavras e tom de voz, numa energia muito "vermelha". a situação que
a estava a afetar, nem sequer tinha a ver com ela diretamente, mas com outros colegas
(um assessment de competências, com objetivo de desenvolvimento pessoal). ela
estava a aproveitar a situação para projetar um resultado futuro que a poderia
incluir, e que não se adivinhava nada positivo.
de que forma isto influenciou o
meu estado interno e a minha fisiologia?
como o
tema, de certa forma, tinha a ver com um projeto em que estou envolvida,
comecei a sentir-me nervosa e ruborizada, o ritmo cardíaco mais acelerado e
alguma insegurança para lidar com a situação. como havia outra colega empática
com esta situação, gerou-se uma situação “2 para 1” e eu a pensar:
qual a melhor estratégia a adotar
para lidar com esta situação?
então,
comecei a fazer rapport, tentando alinhar a minha postura à dela (costas mais
direitas e queixo erguido, tom de voz mais rápido e convidei-a a ver a situação
não como uma ameaça mas como uma oportunidade. de certa forma, senti-me melhor
e mais confiante. ela ripostava, baseando-se em experiências passadas e em como
se poderia estar a pôr em causa 30 anos de carreira de provas dadas. depressa a
situação resvalou para um quase conflito. a sua base factual era em coisas que
tinham corrido mal, desvalorizando as positivas.
desafiei-a
com uma pergunta que me pareceu muito poderosa, se não acreditava nas competências do colega
(o tal dos 30 anos de carreira) para realizar o assessment com sucesso, ao que
me respondeu “claro que sim, mas estava uma pilha de nervos com isto” e havia um erro de comunicação, que as
coisas que foram explicadas antes não eram as de agora, blablablabla, até
chegar a um caso pessoal. aí percebi
que, afinal, o que estava na base deste comportamento era a tal situação
pessoal e a falha de comunicação que aí tinha acontecido. a questão afinal
é a comunicação.
acontece ainda que, na sua área, pelas suas palavras, toda a equipa está em polvorosa com esta
situação. passou então para a descrição do território
– a área nova de trabalho não tem luz natural e tudo isto junto os está a
deixar com um péssimo ambiente e humor.
muito interessante observar e aprender com tudo
isto!
[e
observar também como ainda continuo um pouco irritada com a situação e o meu
ritmo cardíaco acompanha...]
tive
necessidade de partilhar a situação com a minha chefe para que possa acompanhar
mais de perto o assessment, de forma a fomentar a tranquilidade possível nos
participantes, uma vez que geograficamente está próxima. ela chegou a uma conclusão
muito interessante…. se calhar a s.
também queria estar neste grupo…
e agora, qual a minha escolha?
não sei bem
por quê, esta pessoa sempre me fez alguma “comichão”, deixando-me com um
sentimento pouco positivo em relação a si. intuição, talvez? ou sinto que
exponho as minhas fragilidades? pessoalmente, tenho que trabalhar esta questão....
parece-me
que quer transparecer mais do que aquilo que é, ou do que está convencida que
é. tanto adota posturas de menina mimada, como parece dona de todas as razões,
demonstrando uma atitude bruta e agressiva. a questão é que é uma fazedora de
opinião e projeta o departamento em que eu trabalho (e onde já trabalhou) como
uma espécie de “inimigo”. agora questiono se ela será tão influente assim…. terá mesmo a
credibilidade que julga que tem?
também
estou com a crença enraizada de que esta pessoa não me aprecia por aí além, nem
me reconhece competências, o que acaba por limitar a minha capacidade de influência.
é minha escolha a forma como vou lidar com isto:
é minha escolha a forma como vou lidar com isto:
- aceitando esse facto e evitando o contacto ao máximo?
- ou promovendo mais oportunidades de interacção em terreno neutro, em que não se fale de trabalho?
- talvez tenha que trabalhar o grupo em que ela se insere e focar-me em ser eu a influenciá-lo, em vez do contrário.
- tentei ainda uma visão de helicóptero sobre a situação (embora hoje não esteja a ser fácil) e
- decidi aceitar este com um objetivo pessoal.
até lá, uma certeza: há uma coisa
tão ou mais importante quanto a competência, chama-se atitude.
entretanto,
e após relatar esta experiência aqui no blogue, reconquistei o domínio da minha
fisiologia :)
quarta-feira, 13 de abril de 2016
do 8 ao 80
esta semana, pela primeira vez, recorremos a uma babysitter
(uma vizinha, com 18 anos) para assegurar um período de 2 horas ao fim do dia
(enquanto eu viajava de lisboa para casa e o joão participou num jogo de
futebol com colegas da empresa vs concorrência).
eis se não quando, estava o pai a prepará-los, com banhos tomados e pijamas vestidos, diz o
zizo:
- pai, não me parece nada bem receber a s. vestido de
pijama, não achas que seria mais apropriado vestir um smoking e pôr um laço?
sexta-feira, 8 de abril de 2016
e o que acontece quando decides experimentar metilfenidato por conta própria?
ontem tomei 27 mg, (a dosagem diária prescrita para o meu filho zizo). não senti qualquer efeito.
hoje decidi dobrar a dose. foram 2 comprimidos de enfiada.
o que pude sentir de diferente em mim
- fisicamente: falta de apetite, durante todo o dia mãos e lábios ligeiramente dormentes e frios, sensação de boca fresca, o ritmo cardíaco mais acelerado
- emocionalmente: mais sensível do que num dia "normal", ansiedade, impaciência, irritabilidade
ou seja, bastante diferente do que esperava... também é verdade que o dia de trabalho teve bastante pressão e, devido à situação de ontem com o z, não estava, emocionalmente, no meu melhor.
" és doida"!, disse-me uma amiga com quem hoje desabafei.
eu sei, mas queria perceber melhor como o meu filho se sente com a medicação. quero perceber se me consigo focar mais facilmente , se estou mais tranquila, se não perco capacidade de discernimento ou se sinto algum tipo de euforia.
também sei que para sentir realmente efeito, teria que fazer terapêutica, na dose ajustada, pelo menos durante uma semana, o que, obviamente não tenho intenção de fazer. também acredito que não corri grandes riscos com esta "experiência" meio irrefletida.
enfim, concluí que não serviu de muito nem aconselho ninguém a fazer o mesmo.
volta e meia aparecem noticias (sem fundamentos científicos e muito especulativas bem sei, mas que deixam sempre apreensiva), relacionadas com a eventual dependência e outros milhentos efeitos colaterais que este tipo de medicamentação poderá causar.
já abordei esta questão várias vezes com a pedopsiquiatra e outros profissionais de saúde, sei que os estudos científicos existentes comprovam a segurança e a eficácia de um medicamento com dezenas de anos de estudos, desde que devidamente prescrito e usado sob supervisão clínica. confio nestas opiniões, contudo, preferia não ter que o dar, vivo este dilem com muita angústia e preocupação com o futuro. também reconheço que não resolve, por si só, as dificuldades que o meu filho enfrenta no seu dia-a-dia. mas ajuda-o a estar mais recetivo e colaborante na escola. será realmente este o caminho a seguir...???
carta ao professor do meu filho....
prof. x,
ontem estive, novamente, a conversar bastante com o z sobre a situação nas aulas e os desafios que enfrenta, tentando construir estratégias simples a que ele possa recorrer autonomamente.
no decorrer dessa conversa, o z contou-me que terá sido confrontado pelo professor ontem com uma "ameaça de suspensão”, tendo também referido que, por várias vezes (para além dos castigos) grita com ele nas aulas, o que o deixa, citando as suas palavras, com muito "medo do professor”, sentindo-se bastante frustrado e infeliz com essa situação.
Acredito que intenção do professor é obter a cooperação desejada mas, na realidade, com o exercício de autoridade de forma intimidatória e hostil, o resultado acaba por ser o aumento exponencial dos sentimentos de insegurança e ansiedade no z, o que em, em vez de ajudar, contribui para que ele se isole ainda mais dentro do seu próprio mundo, onde se sente mais seguro.
Como tão bem sabe, o z não é uma criança rebelde nem incapaz e tem de base uma educação com regras e fortes valores morais.
entre outras, as suas dificuldades de concentração nas aulas, nomeadamente na apreensão de conceitos abstratos e na resolução dos respetivos exercícios, advêm dos desafios típicos de quem é portador de síndrome de asperguer.
o facto do currículo escolar e das estratégias do seu ensino não serem as mais adequadas também dificulta, é certo. espero, sinceramente, que o parecer solicitado para o ensino especial possa vir ajudar um pouco.
entendo os obstáculos que tem para conseguir que o z trabalhe mais e melhor (também os tenho em casa), e também sei que o seu objetivo é positivo, no sentido em que o que pretende é que ele tenha o rendimento escolar desejado.Temos esse objetivo em comum, porque sabemos que o z é disso capaz e de muito mais.
mas, o z precisa da nossa ajuda para o conseguir. no seu papel de educador, peço que invista mais no z, nomeadamente numa relação mais positiva e de maior empatia. estou certa de que assim ele ficará mais equilibrado, feliz e, consequentemente, mais calmo e cooperante.
com menos irritabilidade, sem gritos e, muito menos, com ameaças.
com respeito pelas suas dificuldades que, acredite, são muito duras para uma criança.
a maioria dos/as professores/as que conheço têm como principal missão, o desejo genuíno de ser uma referência positiva no percurso de vida dos seus alunos. a escola primária, sem dúvida, é uma etapa determinante, com inúmeras coisas boas e descobertas: aprender a ler, a contar, a trabalhar em grupo, as experiências novas, os amigos, as festas de natal, os passeios, os professores... passados todos estes anos, eu recordo a minha professora primária com saudade, carinho e muita admiração.
não seria extraordinário se os meus filhos, e se os seus filhos , um dia mais tarde, pudessem sentir e dizer o mesmo acerca dos seus professores?
certa da sua compreensão para este meu desabafo de mãe e pedido de colaboração, envio os melhores cumprimentos,
alice.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
meus filhos, minha vida!
"o tempo, pouco a pouco, me liberará da extenuante fadiga de ter filhos pequenos, das noites sem dormir e dos dias sem repouso. das mãos gordinhas que não param de me agarrar, que me escalam pelas costas, que me pegam, que me buscam sem cuidados, nem vacilos. do peso que enche meus braços e curva minhas costas. das vezes que me chamam e não permitem atrasos nem esperas.
o tempo me devolverá a folga aos domingos e as chamadas sem interrupções, o privilégio e o medo da solidão. acelerará, talvez, o peso da responsabilidade que as vezes me aperta o diafragma.
o tempo, certamente e inexoravelmente esfriará outra vez a minha cama, que agora está aquecida de corpos pequenos e respirações rápidas.
esvaziará os olhos de meus filhos, que agora transbordam de um amor poderoso e incontrolável. tirará de seus lábios meu nome gritado e cantado, chorado e pronunciado cem mil vezes ao dia.
cancelará, pouco a pouco ou de repente, a confiança absoluta que nos faz um corpo único, com o mesmo cheiro, acostumados a mesclar nossos estados de ânimo, o espaço, o ar que respiramos.
como um rio que escava seu leito, o tempo perigará a confiança que seus olhos têm em mim, como ser onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o mar, consertar o inconsertável e curar o incurável. deixarão de me pedir ajuda, porque já não acreditarão mais que em algum caso eu possa salvá-los. pararão de me imitar, porque não desejarão parecer-se muito a mim. deixarão de preferir minha companhia em comparação com os demais (e vejo, isto tem que acontecer!).
se esfumaçarão as paixões, as birras e os ciúmes, o amor e o medo. se apagarão os ecos das risadas e das canções, as sonecas e os "era uma vez... com o passar do tempo, meus filhos descobrirão que tenho muitos defeitos e se eu tiver sorte, me perdoarão por alguns deles.
eles esquecerão, mas ainda assim eu não esquecerei. as cosquinhas e os "corre-corre", os beijos nos olhos e os choros que de repente param com um abraço, as viagens e as brincadeiras, as caminhadas e a febre alta, as festas, as papinhas, as carícias enquanto adormecíamos lentamente.
meus filhos esquecerão que os amamentei, que os balancei durante horas, que os levei nos braços e ás vezes pelas mãos. que dei de comer e consolei, que os levantei depois de cem caídas.esquecerão que dormiram sobre meu peito de dia e de noite, que houve um dia que me necessitaram tanto, como o ar que respiram.
esquecerão, porque é assim mesmo, porque isto é o que o tempo escolhe.
e eu, eu terei que aprender a lembrar de tudo para eles, com ternura e sem arrependimentos, incondicionalmente. e que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com estes pais que não querem esquecer."
(autor desconhecido)
terça-feira, 5 de abril de 2016
hoje aprendi#4
10 ladrões de energia, segundo dalai lama
1 - evita pessoas que só compartilham reclamações, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros/as. se alguém procura um barco para levar o seu livo, tenta que não seja a tua mente.2 - mantém as tuas contas em dia. por outro lado, cobra a quem te deve ou deixa-o/a ir se é impossível cobrar.
3 - mantém as tuas promessas. se ainda não as cumpriste, pergunta-te a ti mesmo/a por que tens essa resistência. tens o direito de mudar os teus pensamentos, desculpar-te, compensar-te, negociar e oferecer mais uma alternativa para uma promessa quebrada, embora não deva ser um hábito.
a forma mais fácil de evitar a quebra de uma promessa com algo que não queres fazer, é dizer não desde o princípio.
4 - elimina, sempre que possível, ou delega tarefas que não queres fazer e dedica o teu tempo a fazer algo que gostes.
5 - permite-te descansar, se estás num momento em que precisas e permite-te agir, se estás num momento de oportunidade.
6 - limpa, desentulha e organiza. nada te tirará mais energia do que um lugar confuso e cheio de coisas do passado que já não precisam de espaço.
7 - dá atenção à tua saúde. se a máquina do teu copro trabalha no máximo, não pode fazer muito. faz algumas pausas.
8 - enfrenta as situações difíceis por que estás a passar, desde resgatar um amigo/a ou familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro/a ou grupo. tem a atenção necessária.
9 - aceita. não é resignação, mas nada te faz perder mais energia do que resistir e lutar contra uma situação que não podes mudar.
10 - perdoa, deixa ir uma situação que te está a causar dor.
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