Mostrar mensagens com a etiqueta alice. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta alice. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de outubro de 2016

é isso.

"o sucesso aguarda aqueles que pacientemente o preparam." 

- by pedro vieira

.........................................

(e também é por isso que se trabalha ao fim de semana)

terça-feira, 30 de agosto de 2016

xô inércia

preciso mesmo de a vencer e de fazer algo por mim, no plano físico e mental, para ganhar energia e fôlego extra!

algo.
por mim.
para mim.


dez coisas de que gosto neste agosto


do me sentir encantada pela magia das cores e pela serenidade que o pôr-do-sol  me transmite

do calor e da energia de um abraço sentido e sincero

das mãos pequeninas e da pele delicada dos meus filhos

de sorrisos espontâneos

dos maracujás e dos figos do quintal dos meus pais

do aroma de um corpo acabado de sair do duche

das conversas e reflexões que tenho comigo mesma

da vontade e capacidade de dar a volta às situações mais desafiantes

da busca incessante de inspiração e superação e de gerar estas atitudes nos outros

de generosidade

créditos de imagem - alice | temcalmaqueeusoutuamae.blogspot.com

segunda-feira, 13 de junho de 2016

o teu primeiro dia



"sabes aquele momento em que, acabado de acordar, ainda não sabes que tu és tu?
imagina prolongar esse momento por um dia inteiro, vivendo-o como se fosse o teu primeiro dia - aquele em que te descobres.
que pequenos tesouros existem em ti, por revelar?"

by Pedro Vieira

sexta-feira, 27 de maio de 2016

cumplicidade de irmãos

esta semana, mais uma vez, precisei de viajar para lisboa. quando isso acontece, faço sempre questão de o dizer aos meus filhos, muito embora não altere muito a sua rotina, acabo por não estar presente na hora de acordar nem do jantar. noto que o guguinhas fica sempre mais ansioso com a ideia, embora não o manifeste em palavras, mas nos seus comportamentos sim, e tenho notado um padrão.

na noite anterior fui deitar os miúdos, li uma história ao g, beijinhos e miminhos e deixei-no na cama, enquanto me despedi do zizo (que já não tem muito interesse em histórias lidas pela mãe). entretanto o g começa a chorar, a pedir para ir dormir na minha cama, não queria estar sozinho. voltei lá e expliquei que ainda tinha que tomar banho e secar o cabelo, por isso ia estar com a luz acesa e fazer barulho e que, se ele estivesse no meu quarto não ia conseguir adormecer. apesar de não estar com muita convicção, deixei-o mais calmo no quarto e fui arranjar-me.

já estava no banho quando o ouvi chorar e a chamar. apressei-me, mas deixei de o ouvir, pensando que tivesse adormecido naquele intervalo, ou que o joão tivesse resolvido o assunto. acabei de me preparar tranquilamente.

quando lá vou espreitar, o g não estava na sua cama. fui ao quarto do z e estavam os dois, muito juntinhos, apertados na cama pequena, já a dormir profundamente.
os dois rostinhos de anjo dormindo, num gesto de ternura e cumplicidade difícil de descrever, mas sentidos com muita intensidade, que gravei na memória e no coração!


[o z levantou-se - ele que costuma adormecer rápido e como uma pedra -, foi tentar acalmar a ansiedade que o irmão pequenino estava a sentir, disse-lhe que a mãe estava a tomar banho e, numa atitude de grande empatia e amor, levou-o para junto de si, dando-lhe a atenção e o mimo que ele estava a precisar]

terça-feira, 10 de maio de 2016

a minha avó

créditos de imagem- alice | temcalmaqueeusoutuamae.blogspot.com

a sua mente já não recorda quem sou, mas o carinho no olhar liga-nos profundamente e reconhece o amor no coração e a afinidade que temos nas almas. 
- como te chamas minha menina?
- és tão bonita! (saio à minha avó, respondo.)
- tens filhos?
- quantos são?
- onde moras?
- ah, és tu minha menina! 
(volta a perguntar-me se tenho filhos).

e olha-me nos olhos com ternura e abraçamo-nos. hoje, os seus beijinhos foram infinitos e doces, ao ponto de não me largar, naquele momento de tão intenso amor.

querida avó com nome de flor!
a doença já não a deixa recordar que sou a sua neta mais velha, que me ajudou a criar com tanta ternura e dedicação, que tanta coisa me ensinou e ensina!

só não lamento que não recorde as agruras da vida difícil que teve, dos filhos que viu partir em tenra idade ou ainda antes de nascer, das desconsiderações de um marido duro e possessivo, das privações, das dificuldades financeiras. do ter de fazer 15 km a pé, madrugadas fora, para ir servir em casas de senhoras ricas, quando estava na flor dos seus 14 anos. das dores nos ossos de que toda a vida padeceu.

querida avó que agora está sempre a cantar "oh rosinha, oh rosinha do meio" e "oh rosa arredonda a saia", e anseia por mimos e atenção; que trata da sua filha, minha mãe, como se de uma bebé se tratasse, mas é ela quem em bebé se tornou; que se entretém a fazer infinitos cachecóis de tricô para passar as horas da sua dependência.



mas a minha avó continua a ser a minha avó, a pedra preciosa da familia. aquela senhora redondinha, de fofos e fartos cabelos de nuvem cinzenta, que adora doces e passeios e que tem um sorriso fácil nos lábios e abraços generosos. 
que felicidade é saber que ela está cá, para nos lembrar do seu exemplo de vida, que nunca devemos desistir de viver nem de ver o que de bom temos à nossa volta. 
querida avó rosa, querida flor, que hoje, mais uma vez, me encheu a alma de esperança e amor. avó, hoje o seu abraço fez-me sentir o quão infinito o nosso amor pode ser!

domingo, 8 de maio de 2016

dia de mimar os meus rapazes

hoje fiz um brunch, de forma a aproveitar algumas coisas que estavam a ficar fora de prazo, tendo resultado numa refeição deliciosa, diferente e muito apreciada!

ementa:

- néctar de laranja e cenoura (receita daqui)

- espargos cozidos a vapor (varoma bimby); topping de azeite, queijo mozzarella fresco e tomate chucha, tendo ido ao forno gratinar

- ovos recheados com pasta de atum e maionese

- cogumelos recheados com requeijão - uma delícia e a repetir: refoguei cebola, alho, uma mão cheia de folhas de espinafres e alho francês em azeite; juntei os talos dos cogumelos (picadinhos); depois de cozido, juntei o requeijão esmagado; deixei cozinhar um pouco e, por fim, adicionei nozes partidas em bocadinhos. recheei os cogumelos (que já tinham estado 10 min no forno) e levei ao forno a gratinar. muito bom mesmo!

- folhadinhos de alheira - refoguei cebola, alho francês e alho juntamente com uma alheira esmagada; cortei uma base de massa folhada em quadrados, que recheei com o preparado. forno - 20 min.

- gelatina com fruta (morangos e pêssego em calda) e iogurte grego

- muffins de framboesa e chocolate branco (receita daqui); aprovadíssimos!









créditos das imagens- alice | temcalmaqueeusoutuamae.blogspot.com

quarta-feira, 27 de abril de 2016

já aqui contei que

sou practitionner em coaching e em processo de vir a ser practitionner em pnl?

pedro vieira rules!

sobre o post anterior

por vezes é necessário ajustar o nosso tipo de energia para chegar ao resultado pretendido.

assim sendo, é muito embora tenha sentido alguma angústia por me ter irritado em vez de parar para respirar e observar a situação, talvez tenha conseguido estabelecer limites  e que a outra pessoa seja mais cuidadosa no futuro.

"não existe falhanço, apenas feedback". deixa fluir!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

comportamento gera comportamento


acabei de ter um acesso de energia bastante "vermelha" com uma colega que teve uma atitude arrogante, num tema que acabou por gerar conflito, devido a uma falha de comunicação.

tive dificuldades em conter-me e em pensar antes de reagir. apesar da situação ter acontecido via telefone, senti toda a minha fisiologia alterar-se e acompanhar o tom mais autoritário e elevação da voz com uma postura corporal rígida e tensa (e que fez piorar a dor na cervical que me acompanha há 3 dias).

o que aprendi com esta situação:

1) mais uma prova de que comportamento gera comportamento. deixei que a postura tóxica do outro lado me contaminasse, talvez também eu tenha sido percecionada como arrogante do outro lado...

2) depois de terminar essa conversa acesa, consegui respirar fundo e descontrair, deixando os fluidos negativos irem no fio do telefone.

3) entretanto lembrei-me de uma passagem (uma situação também ao telefone) que li n'"o mago que não acreditava em magia" e, numa situação futura, irei assumir outra postura: sorrir antes de atender, escutar o interlocutor até ao fim, criar rapport e só no fim intervir, recorrendo a estratégias de coaching. o objetivo: liderar o desfecho da situação, elevando o comprometimento e o meu grau de influência.

tanto que tenho para aprender!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

mensagem do meu chá para mim:


“have wisdom in your actions and faith in your merits”


[e é também por isto qua adoro os chás yogi tea]

segunda-feira, 18 de abril de 2016

aprender a lidar com pessoas tóxicas

estive com uma colega, na hora do almoço, que demonstrou uma atitude muito tóxica. 
tudo nela transparecia agressividade e revolta, a começar pela fisiologia, até passar pelas palavras e tom de voz, numa energia muito "vermelha". a situação que a estava a afetar, nem sequer tinha a ver com ela diretamente, mas com outros colegas (um assessment de competências, com objetivo de desenvolvimento pessoal). ela estava a aproveitar a situação para projetar um resultado futuro que a poderia incluir, e que não se adivinhava nada positivo.

de que forma isto influenciou o meu estado interno e a minha fisiologia?
como o tema, de certa forma, tinha a ver com um projeto em que estou envolvida, comecei a sentir-me nervosa e ruborizada, o ritmo cardíaco mais acelerado e alguma insegurança para lidar com a situação. como havia outra colega empática com esta situação, gerou-se uma situação “2 para 1” e eu a pensar:

qual a melhor estratégia a adotar para lidar com esta situação?
então, comecei a fazer rapport, tentando alinhar a minha postura à dela (costas mais direitas e queixo erguido, tom de voz mais rápido e convidei-a a ver a situação não como uma ameaça mas como uma oportunidade. de certa forma, senti-me melhor e mais confiante. ela ripostava, baseando-se em experiências passadas e em como se poderia estar a pôr em causa 30 anos de carreira de provas dadas. depressa a situação resvalou para um quase conflito. a sua base factual era em coisas que tinham corrido mal, desvalorizando as positivas.

desafiei-a com uma pergunta que me pareceu muito poderosa, se não acreditava nas competências do colega (o tal dos 30 anos de carreira) para realizar o assessment com sucesso, ao que me respondeu “claro que sim, mas estava uma pilha de nervos com isto” e havia um erro de comunicação, que as coisas que foram explicadas antes não eram as de agora, blablablabla, até chegar a um caso pessoal. aí percebi que, afinal, o que estava na base deste comportamento era a tal situação pessoal e a falha de comunicação que aí tinha acontecido. a questão afinal é a comunicação.

acontece ainda que, na sua área, pelas suas palavras, toda a equipa está em polvorosa com esta situação. passou então para a descrição do território – a área nova de trabalho não tem luz natural e tudo isto junto os está a deixar com um péssimo ambiente e humor.

muito interessante observar e aprender com tudo isto!
[e observar também como ainda continuo um pouco irritada com a situação e o meu ritmo cardíaco acompanha...]
tive necessidade de partilhar  a situação com a minha chefe para que possa acompanhar mais de perto o assessment, de forma a fomentar a tranquilidade possível nos participantes, uma vez que geograficamente está próxima.  ela chegou a uma conclusão muito interessante….  se calhar a s. também queria estar neste grupo…

e agora, qual a minha escolha?
não sei bem por quê, esta pessoa sempre me fez alguma “comichão”, deixando-me com um sentimento pouco positivo em relação a si. intuição, talvez? ou sinto que exponho as minhas fragilidades? pessoalmente, tenho que trabalhar esta questão....

parece-me que quer transparecer mais do que aquilo que é, ou do que está convencida que é. tanto adota posturas de menina mimada, como parece dona de todas as razões, demonstrando uma atitude bruta e agressiva. a questão é que é uma fazedora de opinião e projeta o departamento em que eu trabalho (e onde já trabalhou) como uma espécie de “inimigo”. agora questiono se ela  será tão influente assim…. terá mesmo a credibilidade que julga que tem?

também estou com a crença enraizada de que esta pessoa não me aprecia por aí além, nem me reconhece competências, o que acaba por limitar a minha capacidade de influência. 

é minha escolha a forma como vou lidar com isto:
  • aceitando esse facto e evitando o contacto ao máximo?
  • ou promovendo mais oportunidades de interacção em terreno neutro, em que não se fale de trabalho?
  • talvez tenha que trabalhar o grupo em que ela se insere e focar-me em ser eu a influenciá-lo, em vez do contrário.
  • tentei ainda uma visão de helicóptero sobre a situação (embora hoje não esteja a ser fácil) e
  • decidi aceitar este com um objetivo pessoal. 

até lá, uma certeza: há uma coisa tão ou mais importante quanto a competência, chama-se atitude.

entretanto, e após relatar esta experiência aqui no blogue, reconquistei o domínio da minha fisiologia :)

quarta-feira, 13 de abril de 2016

terça-feira veggie#2


estava sem ideias e basicamente investiguei o que havia no frigorifico e na despensa, improvisando uma massa com legumes, no wook. 
foi rápido, ficou muito saboroso e não houve refilices!





como confeccionei:
fiz um bom refogado em azeite de cebola, alho e alho francês; adicionei palitos de cenoura, cogumelos, rebentos de feijão mungo  e um tomate aos pedaços. entretanto pré-cozi massa tricolor que juntei aos legumes. adicionei molho de soja e, no fim, adicionei um pouco de salsa moída e raspei queijo parmesão sobre a mistura.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

e o que acontece quando decides experimentar metilfenidato por conta própria?


ontem tomei 27 mg, (a dosagem diária prescrita para o meu filho zizo). não senti qualquer efeito.

hoje decidi dobrar a dose. foram 2 comprimidos de enfiada.

o que pude sentir de diferente em mim
- fisicamente: falta de apetite, durante todo o dia mãos e lábios ligeiramente dormentes e frios, sensação de boca fresca, o ritmo cardíaco mais acelerado
- emocionalmente: mais sensível do que num dia "normal", ansiedade, impaciência, irritabilidade

ou seja, bastante diferente do que esperava... também é verdade que o dia de trabalho teve bastante pressão e, devido à situação de ontem com o z, não estava, emocionalmente, no meu melhor.

" és doida"!, disse-me uma amiga com quem hoje desabafei.
eu sei, mas queria perceber melhor como o meu filho se sente com a medicação. quero perceber se me consigo focar mais facilmente , se estou mais tranquila, se não perco capacidade de discernimento ou se sinto algum tipo de euforia.
também sei que para sentir realmente efeito, teria que fazer terapêutica, na dose ajustada, pelo menos durante uma semana, o que, obviamente não tenho intenção de fazer. também acredito que não corri grandes riscos com esta "experiência" meio irrefletida.
enfim, concluí que não serviu de muito nem aconselho ninguém a fazer o mesmo.

volta e meia aparecem noticias (sem fundamentos científicos e muito especulativas bem sei, mas que deixam sempre apreensiva), relacionadas com a eventual dependência e outros milhentos efeitos colaterais que este tipo de medicamentação poderá causar.
já abordei esta questão várias vezes com a pedopsiquiatra e outros profissionais de saúde, sei que os estudos científicos existentes comprovam a segurança e a eficácia de um  medicamento com dezenas de anos de estudos, desde que devidamente prescrito e usado sob supervisão clínica. confio nestas opiniões, contudo, preferia não ter que o dar, vivo este dilem com muita angústia e preocupação com o futuro. também reconheço que não resolve, por si só, as dificuldades que o meu filho enfrenta  no seu dia-a-dia. mas ajuda-o a estar mais recetivo e colaborante na escola. será realmente este o caminho a seguir...???


carta ao professor do meu filho....


prof. x,

ontem estive, novamente, a conversar bastante com o z sobre a situação nas aulas e os desafios que enfrenta, tentando construir estratégias simples a que ele possa recorrer autonomamente.

no decorrer dessa conversa, o z contou-me que terá sido confrontado pelo professor ontem com uma "ameaça de suspensão”, tendo também referido que, por várias vezes (para além dos castigos) grita com ele nas aulas, o que o deixa, citando as suas palavras, com muito "medo do professor”, sentindo-se bastante frustrado e infeliz com essa situação.

Acredito que intenção do professor é obter a cooperação desejada mas, na realidade, com o exercício de autoridade de forma intimidatória e hostil, o resultado acaba por ser o aumento exponencial dos sentimentos de insegurança e ansiedade no z, o que em, em vez de ajudar, contribui para que ele se isole ainda mais dentro do seu próprio mundo, onde se sente mais seguro.

Como tão bem sabe, o z não é uma criança rebelde nem incapaz e tem de base uma educação com regras e fortes valores morais.
entre outras, as suas dificuldades de concentração nas aulas, nomeadamente na apreensão de conceitos abstratos e na resolução dos respetivos exercícios, advêm dos desafios típicos de quem é portador de síndrome de asperguer. 
o facto do currículo escolar e das estratégias do seu ensino não serem as mais adequadas também dificulta, é certo. espero, sinceramente, que o parecer solicitado para o ensino especial possa vir ajudar um pouco.

entendo os obstáculos que tem para conseguir que o z trabalhe mais e melhor (também os tenho em casa), e também sei que o seu objetivo é positivo, no sentido em que o que pretende é que ele tenha o rendimento escolar desejado.Temos esse objetivo em comum, porque sabemos que o z é disso capaz e de muito mais.

mas, o z precisa da nossa ajuda para o conseguir. no seu papel de educador, peço que invista mais no z, nomeadamente numa relação mais positiva e de maior empatia. estou certa de que assim ele ficará mais equilibrado, feliz e, consequentemente, mais calmo e cooperante.
com menos irritabilidade, sem gritos e, muito menos, com ameaças
com respeito pelas suas dificuldades que, acredite, são muito duras para uma criança.

a maioria dos/as professores/as que conheço têm como principal missão, o desejo genuíno de ser uma referência positiva no percurso de vida dos seus alunos. a escola primária, sem dúvida, é uma etapa determinante, com inúmeras coisas boas e descobertas: aprender a ler, a contar, a trabalhar em grupo, as experiências novas, os amigos, as festas de natal, os passeios, os professores... passados todos estes anos, eu recordo a minha professora primária com saudade, carinho e muita admiração.

não seria extraordinário se os meus filhos, e se os seus filhos , um dia mais tarde, pudessem sentir e dizer o mesmo acerca dos seus professores?

certa da sua compreensão  para este meu desabafo de mãe e pedido de colaboração, envio os melhores cumprimentos,

alice.