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terça-feira, 30 de agosto de 2016

xô inércia

preciso mesmo de a vencer e de fazer algo por mim, no plano físico e mental, para ganhar energia e fôlego extra!

algo.
por mim.
para mim.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

o teu primeiro dia



"sabes aquele momento em que, acabado de acordar, ainda não sabes que tu és tu?
imagina prolongar esse momento por um dia inteiro, vivendo-o como se fosse o teu primeiro dia - aquele em que te descobres.
que pequenos tesouros existem em ti, por revelar?"

by Pedro Vieira

quarta-feira, 27 de abril de 2016

sobre o post anterior

por vezes é necessário ajustar o nosso tipo de energia para chegar ao resultado pretendido.

assim sendo, é muito embora tenha sentido alguma angústia por me ter irritado em vez de parar para respirar e observar a situação, talvez tenha conseguido estabelecer limites  e que a outra pessoa seja mais cuidadosa no futuro.

"não existe falhanço, apenas feedback". deixa fluir!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

comportamento gera comportamento


acabei de ter um acesso de energia bastante "vermelha" com uma colega que teve uma atitude arrogante, num tema que acabou por gerar conflito, devido a uma falha de comunicação.

tive dificuldades em conter-me e em pensar antes de reagir. apesar da situação ter acontecido via telefone, senti toda a minha fisiologia alterar-se e acompanhar o tom mais autoritário e elevação da voz com uma postura corporal rígida e tensa (e que fez piorar a dor na cervical que me acompanha há 3 dias).

o que aprendi com esta situação:

1) mais uma prova de que comportamento gera comportamento. deixei que a postura tóxica do outro lado me contaminasse, talvez também eu tenha sido percecionada como arrogante do outro lado...

2) depois de terminar essa conversa acesa, consegui respirar fundo e descontrair, deixando os fluidos negativos irem no fio do telefone.

3) entretanto lembrei-me de uma passagem (uma situação também ao telefone) que li n'"o mago que não acreditava em magia" e, numa situação futura, irei assumir outra postura: sorrir antes de atender, escutar o interlocutor até ao fim, criar rapport e só no fim intervir, recorrendo a estratégias de coaching. o objetivo: liderar o desfecho da situação, elevando o comprometimento e o meu grau de influência.

tanto que tenho para aprender!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

mensagem do meu chá para mim:


“have wisdom in your actions and faith in your merits”


[e é também por isto qua adoro os chás yogi tea]

segunda-feira, 18 de abril de 2016

aprender a lidar com pessoas tóxicas

estive com uma colega, na hora do almoço, que demonstrou uma atitude muito tóxica. 
tudo nela transparecia agressividade e revolta, a começar pela fisiologia, até passar pelas palavras e tom de voz, numa energia muito "vermelha". a situação que a estava a afetar, nem sequer tinha a ver com ela diretamente, mas com outros colegas (um assessment de competências, com objetivo de desenvolvimento pessoal). ela estava a aproveitar a situação para projetar um resultado futuro que a poderia incluir, e que não se adivinhava nada positivo.

de que forma isto influenciou o meu estado interno e a minha fisiologia?
como o tema, de certa forma, tinha a ver com um projeto em que estou envolvida, comecei a sentir-me nervosa e ruborizada, o ritmo cardíaco mais acelerado e alguma insegurança para lidar com a situação. como havia outra colega empática com esta situação, gerou-se uma situação “2 para 1” e eu a pensar:

qual a melhor estratégia a adotar para lidar com esta situação?
então, comecei a fazer rapport, tentando alinhar a minha postura à dela (costas mais direitas e queixo erguido, tom de voz mais rápido e convidei-a a ver a situação não como uma ameaça mas como uma oportunidade. de certa forma, senti-me melhor e mais confiante. ela ripostava, baseando-se em experiências passadas e em como se poderia estar a pôr em causa 30 anos de carreira de provas dadas. depressa a situação resvalou para um quase conflito. a sua base factual era em coisas que tinham corrido mal, desvalorizando as positivas.

desafiei-a com uma pergunta que me pareceu muito poderosa, se não acreditava nas competências do colega (o tal dos 30 anos de carreira) para realizar o assessment com sucesso, ao que me respondeu “claro que sim, mas estava uma pilha de nervos com isto” e havia um erro de comunicação, que as coisas que foram explicadas antes não eram as de agora, blablablabla, até chegar a um caso pessoal. aí percebi que, afinal, o que estava na base deste comportamento era a tal situação pessoal e a falha de comunicação que aí tinha acontecido. a questão afinal é a comunicação.

acontece ainda que, na sua área, pelas suas palavras, toda a equipa está em polvorosa com esta situação. passou então para a descrição do território – a área nova de trabalho não tem luz natural e tudo isto junto os está a deixar com um péssimo ambiente e humor.

muito interessante observar e aprender com tudo isto!
[e observar também como ainda continuo um pouco irritada com a situação e o meu ritmo cardíaco acompanha...]
tive necessidade de partilhar  a situação com a minha chefe para que possa acompanhar mais de perto o assessment, de forma a fomentar a tranquilidade possível nos participantes, uma vez que geograficamente está próxima.  ela chegou a uma conclusão muito interessante….  se calhar a s. também queria estar neste grupo…

e agora, qual a minha escolha?
não sei bem por quê, esta pessoa sempre me fez alguma “comichão”, deixando-me com um sentimento pouco positivo em relação a si. intuição, talvez? ou sinto que exponho as minhas fragilidades? pessoalmente, tenho que trabalhar esta questão....

parece-me que quer transparecer mais do que aquilo que é, ou do que está convencida que é. tanto adota posturas de menina mimada, como parece dona de todas as razões, demonstrando uma atitude bruta e agressiva. a questão é que é uma fazedora de opinião e projeta o departamento em que eu trabalho (e onde já trabalhou) como uma espécie de “inimigo”. agora questiono se ela  será tão influente assim…. terá mesmo a credibilidade que julga que tem?

também estou com a crença enraizada de que esta pessoa não me aprecia por aí além, nem me reconhece competências, o que acaba por limitar a minha capacidade de influência. 

é minha escolha a forma como vou lidar com isto:
  • aceitando esse facto e evitando o contacto ao máximo?
  • ou promovendo mais oportunidades de interacção em terreno neutro, em que não se fale de trabalho?
  • talvez tenha que trabalhar o grupo em que ela se insere e focar-me em ser eu a influenciá-lo, em vez do contrário.
  • tentei ainda uma visão de helicóptero sobre a situação (embora hoje não esteja a ser fácil) e
  • decidi aceitar este com um objetivo pessoal. 

até lá, uma certeza: há uma coisa tão ou mais importante quanto a competência, chama-se atitude.

entretanto, e após relatar esta experiência aqui no blogue, reconquistei o domínio da minha fisiologia :)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

meus filhos, minha vida!


"o tempo, pouco a pouco, me liberará da extenuante fadiga de ter filhos pequenos, das noites sem dormir e dos dias sem repouso. das mãos gordinhas que não param de me agarrar, que me escalam pelas costas, que me pegam, que me buscam sem cuidados, nem vacilos. do peso que enche meus braços e curva minhas costas. das vezes que me chamam e não permitem atrasos nem esperas.
o tempo me devolverá a folga aos domingos e as chamadas sem interrupções, o privilégio e o medo da solidão. acelerará, talvez, o peso da responsabilidade que as vezes me aperta o diafragma. 
o tempo, certamente e inexoravelmente esfriará outra vez a minha cama, que agora está aquecida de corpos pequenos e respirações rápidas. 
esvaziará os olhos de meus filhos, que agora transbordam de um amor poderoso e incontrolável. tirará de seus lábios meu nome gritado e cantado, chorado e pronunciado cem mil vezes ao dia.
cancelará, pouco a pouco ou de repente, a confiança absoluta que nos faz um corpo único, com o mesmo cheiro, acostumados a mesclar nossos estados de ânimo, o espaço, o ar que respiramos.
como um rio que escava seu leito, o tempo perigará a confiança que seus olhos têm em mim, como ser onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o mar, consertar o inconsertável e curar o incurável. deixarão de me pedir ajuda, porque já não acreditarão mais que em algum caso eu possa salvá-los. pararão de me imitar, porque não desejarão parecer-se muito a mim. deixarão de preferir minha companhia em comparação com os demais (e vejo, isto tem que acontecer!).
se esfumaçarão as paixões, as birras e os ciúmes, o amor e o medo. se apagarão os ecos das risadas e das canções, as sonecas e os "era uma vez... com o passar do tempo, meus filhos descobrirão que tenho muitos defeitos e se eu tiver sorte, me perdoarão por alguns deles.
eles esquecerão, mas ainda assim eu não esquecerei. as cosquinhas e os "corre-corre", os beijos nos olhos e os choros que de repente param com um abraço, as viagens e as brincadeiras, as caminhadas e a febre alta, as festas, as papinhas, as carícias enquanto adormecíamos lentamente.
meus filhos esquecerão que os amamentei, que os balancei durante horas, que os levei nos braços e ás vezes pelas mãos. que dei de comer e consolei, que os levantei depois de cem caídas.esquecerão que dormiram sobre meu peito de dia e de noite, que houve um dia que me necessitaram tanto, como o ar que respiram.
esquecerão, porque é assim mesmo, porque isto é o que o tempo escolhe. 
e eu, eu terei que aprender a lembrar de tudo para eles, com ternura e sem arrependimentos, incondicionalmente. e que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com estes pais que não querem esquecer."

(autor desconhecido)

terça-feira, 5 de abril de 2016

a força da mente


à medida que vou ficando mais consciente de que preciso de ouvir mais a minha intuição e de que somos donos do próprio destino, sendo que o universo se alinha com os nossos pensamentos e desejos, vou tendo provas disto mesmo, nas mais pequenas coisas.

dois pequenos, simples e muito recentes exemplos:

sábado fui ao pediatra com o meu filho mais pequeno. já não é a primeira vez que ele me confidencia que poucos dias antes se tinha lembrado dos meus filhos ou de mim e que, regra geral, em breve é visitado por nós. lembro-me de ele mo referir nas consultas mais recentes, mais que uma vez.

hoje surgiu-me no pensamento uma colega de trabalho, com quem até nem me relaciono muito, veio-me assim livremente ao pensamento, lembrei-me de que tem uma enteada mas que não tem filhos. visualizei a sua fisionomia (é muito gira e anda sempre produzida). mais tarde, em conversa com outra colega, soube que está grávida, o que me deixou super feliz! e só mais tarde me dei conta que, sem aparente explicação, tinha pensado nela e nesta questão - que não tinha (ainda) filhos biológicos.

fascinante, não é? ...

hoje aprendi#4



10 ladrões de energia, segundo dalai lama


1 - evita pessoas que só compartilham reclamações, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros/as. se alguém procura um barco para levar o seu livo, tenta que não seja a tua mente.

2  - mantém as tuas contas em dia. por outro lado, cobra a quem te deve ou deixa-o/a ir se é impossível cobrar.

3 - mantém as tuas promessas. se ainda não as cumpriste, pergunta-te a ti mesmo/a por que tens essa resistência. tens o direito de mudar os teus pensamentos, desculpar-te, compensar-te, negociar e oferecer mais uma alternativa para uma promessa quebrada, embora não deva ser um hábito.
a forma mais fácil de evitar a quebra de uma promessa com algo que não queres fazer, é dizer não desde o princípio.

4 - elimina, sempre que possível, ou delega tarefas que não queres fazer e dedica o teu tempo a fazer algo que gostes.

5 - permite-te descansar, se estás num momento em que precisas e permite-te agir, se estás num momento de oportunidade.

6 - limpa, desentulha e organiza. nada te tirará mais energia do que um lugar confuso e cheio de coisas do passado que já não precisam de espaço.

7 - atenção à tua saúde. se a máquina do teu copro trabalha no máximo, não pode fazer muito. faz algumas pausas.

8 - enfrenta as situações difíceis por que estás a passar, desde resgatar um amigo/a ou familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro/a ou grupo. tem a atenção necessária.

9  - aceita. não é resignação, mas nada te faz perder mais energia do que resistir e lutar contra uma situação que não podes mudar.

10 - perdoa, deixa ir uma situação que te está a causar dor.

quinta-feira, 3 de março de 2016

hoje aprendi#2

créditos de imagem - alice | temcalmaqueeusoutuamae.blogspot.com

que não há quem nos conheça melhor do que o nosso inconsciente.
que a heroína da minha vida está dentro de mim.