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domingo, 8 de maio de 2016

entre um curso e o outro

coincidência ou não... 
surgiu uma oportunidade na empresa, para assumir maiores responsabilidades.

dá que pensar.
será que a minha capacidade de influência aumentou?
será que a minha forma de comunicar melhorou?
será que a auto-consciência e a convicção dos meus valores - que muito passam pelo otimismo, pelo acreditar no potencial de todos e dar segundas oportunidades, sem fazer julgamentos, influenciou?
será que finalmente as minhas competências ficaram revestidas por uma atitude que afirma maior liderança?
será que foi a lei da atração em pleno?

o tempo o dirá.
por enquanto ou que eu tenho a dizer é somente: sou grata!


sexta-feira, 22 de abril de 2016

comportamento gera comportamento


acabei de ter um acesso de energia bastante "vermelha" com uma colega que teve uma atitude arrogante, num tema que acabou por gerar conflito, devido a uma falha de comunicação.

tive dificuldades em conter-me e em pensar antes de reagir. apesar da situação ter acontecido via telefone, senti toda a minha fisiologia alterar-se e acompanhar o tom mais autoritário e elevação da voz com uma postura corporal rígida e tensa (e que fez piorar a dor na cervical que me acompanha há 3 dias).

o que aprendi com esta situação:

1) mais uma prova de que comportamento gera comportamento. deixei que a postura tóxica do outro lado me contaminasse, talvez também eu tenha sido percecionada como arrogante do outro lado...

2) depois de terminar essa conversa acesa, consegui respirar fundo e descontrair, deixando os fluidos negativos irem no fio do telefone.

3) entretanto lembrei-me de uma passagem (uma situação também ao telefone) que li n'"o mago que não acreditava em magia" e, numa situação futura, irei assumir outra postura: sorrir antes de atender, escutar o interlocutor até ao fim, criar rapport e só no fim intervir, recorrendo a estratégias de coaching. o objetivo: liderar o desfecho da situação, elevando o comprometimento e o meu grau de influência.

tanto que tenho para aprender!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

1ª experiência porto-lisboa em voo ryanair



[ontem às 06:40 da matina] económico, prático e relativamente rápido (não fosse o tempo de antecedência, leia-se grande seca, com que se tem que comparecer para o embarque)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

aprender a lidar com pessoas tóxicas

estive com uma colega, na hora do almoço, que demonstrou uma atitude muito tóxica. 
tudo nela transparecia agressividade e revolta, a começar pela fisiologia, até passar pelas palavras e tom de voz, numa energia muito "vermelha". a situação que a estava a afetar, nem sequer tinha a ver com ela diretamente, mas com outros colegas (um assessment de competências, com objetivo de desenvolvimento pessoal). ela estava a aproveitar a situação para projetar um resultado futuro que a poderia incluir, e que não se adivinhava nada positivo.

de que forma isto influenciou o meu estado interno e a minha fisiologia?
como o tema, de certa forma, tinha a ver com um projeto em que estou envolvida, comecei a sentir-me nervosa e ruborizada, o ritmo cardíaco mais acelerado e alguma insegurança para lidar com a situação. como havia outra colega empática com esta situação, gerou-se uma situação “2 para 1” e eu a pensar:

qual a melhor estratégia a adotar para lidar com esta situação?
então, comecei a fazer rapport, tentando alinhar a minha postura à dela (costas mais direitas e queixo erguido, tom de voz mais rápido e convidei-a a ver a situação não como uma ameaça mas como uma oportunidade. de certa forma, senti-me melhor e mais confiante. ela ripostava, baseando-se em experiências passadas e em como se poderia estar a pôr em causa 30 anos de carreira de provas dadas. depressa a situação resvalou para um quase conflito. a sua base factual era em coisas que tinham corrido mal, desvalorizando as positivas.

desafiei-a com uma pergunta que me pareceu muito poderosa, se não acreditava nas competências do colega (o tal dos 30 anos de carreira) para realizar o assessment com sucesso, ao que me respondeu “claro que sim, mas estava uma pilha de nervos com isto” e havia um erro de comunicação, que as coisas que foram explicadas antes não eram as de agora, blablablabla, até chegar a um caso pessoal. aí percebi que, afinal, o que estava na base deste comportamento era a tal situação pessoal e a falha de comunicação que aí tinha acontecido. a questão afinal é a comunicação.

acontece ainda que, na sua área, pelas suas palavras, toda a equipa está em polvorosa com esta situação. passou então para a descrição do território – a área nova de trabalho não tem luz natural e tudo isto junto os está a deixar com um péssimo ambiente e humor.

muito interessante observar e aprender com tudo isto!
[e observar também como ainda continuo um pouco irritada com a situação e o meu ritmo cardíaco acompanha...]
tive necessidade de partilhar  a situação com a minha chefe para que possa acompanhar mais de perto o assessment, de forma a fomentar a tranquilidade possível nos participantes, uma vez que geograficamente está próxima.  ela chegou a uma conclusão muito interessante….  se calhar a s. também queria estar neste grupo…

e agora, qual a minha escolha?
não sei bem por quê, esta pessoa sempre me fez alguma “comichão”, deixando-me com um sentimento pouco positivo em relação a si. intuição, talvez? ou sinto que exponho as minhas fragilidades? pessoalmente, tenho que trabalhar esta questão....

parece-me que quer transparecer mais do que aquilo que é, ou do que está convencida que é. tanto adota posturas de menina mimada, como parece dona de todas as razões, demonstrando uma atitude bruta e agressiva. a questão é que é uma fazedora de opinião e projeta o departamento em que eu trabalho (e onde já trabalhou) como uma espécie de “inimigo”. agora questiono se ela  será tão influente assim…. terá mesmo a credibilidade que julga que tem?

também estou com a crença enraizada de que esta pessoa não me aprecia por aí além, nem me reconhece competências, o que acaba por limitar a minha capacidade de influência. 

é minha escolha a forma como vou lidar com isto:
  • aceitando esse facto e evitando o contacto ao máximo?
  • ou promovendo mais oportunidades de interacção em terreno neutro, em que não se fale de trabalho?
  • talvez tenha que trabalhar o grupo em que ela se insere e focar-me em ser eu a influenciá-lo, em vez do contrário.
  • tentei ainda uma visão de helicóptero sobre a situação (embora hoje não esteja a ser fácil) e
  • decidi aceitar este com um objetivo pessoal. 

até lá, uma certeza: há uma coisa tão ou mais importante quanto a competência, chama-se atitude.

entretanto, e após relatar esta experiência aqui no blogue, reconquistei o domínio da minha fisiologia :)

sexta-feira, 4 de março de 2016

hoje aprendi#3

créditos de imagem - alice | temcalmaqueeusoutuamae.blogspot.com

que a perseverança é a mãe da boa sorte.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

bom dia segunda-feira!

 
bom dia semana, temos muito que fazer!
a duas semanas das três de férias, há que pôr tudo em ordem para ir "sossegadinha" tratar de arrumar outras coisas...
 
[o mau-humor está melhor, muito obrigada!]
 
a semana vai ser corrida, cheia de afazeres, táxi-mamã a funcionar a tempo inteiro (marido está sem carro até final da semana), e um problema para resolver na 6ª feira: é dia 1, fiquei "sem rede" para os meus filhotes - para a semana vão para os avós -  mas tenho que arranjar alternativa para este dia... o mais certo é que tire um dia de férias e irmos passear. parece-vos bem?

segunda-feira, 21 de julho de 2014

a vontade comanda a vida


eu e o j. sempre pensamos em ter uma experiência de vida e de trabalho noutro país (uma experiência de alguns anos, não definitiva).
por vários motivos, esse sonho foi sempre adiado (a doença e morte da mãe dele, o nascimento do nosso 1º filho, a doença do pai dele, o nascimento do nosso 2º filho, a morte do pai dele). com a crise que o país atravessou, a mossa que vem deixando no nosso orçamento familiar e a fragilidade económica que afetou também as empresas em que trabalhamos (sobretudo no porto), voltamos a pensar no assunto.
e porque não? e porque sim?
os filhos, a família (sobretudo do meu lado, já que o j. já só tem tios e primos que vivem afastados), os amigos, a cultura que faz com que sejamos como somos (com o que tem de bom e de mau), os sobrinhos que havemos de ter, a tranquilidade e paz social deste país (e alguma parcimónia também), a nossa casa quase renovada para gozar (e o acréscimo de dívidas por mais umas boas dezenas de anos). mas e onde ficam as perspetivas de futuro, a ambição profissional e pessoal? a educação de excelência que desejamos para os nossos filhos, boas oportunidades profissionais, estabilidade?
a verdade é que estamos na casa dos 40, a fazer algo, é agora ou nunca (e já não é cedo). por curiosidade (e algo mais), vão-se espreitando as oportunidades de emprego. nunca se sabe o dia de amanhã, e a vontade e o pensamento são os primeiros passos para a mudança.

terça-feira, 1 de julho de 2014

coisas boas de estar sozinha fora de casa...


... ter tempo para tomar banho de imersão
... ter tempo para aplicar todos os cremes e mais algum no rosto e no corpo
... ter tempo para massajar os pés e fazer auto-pedicure
... ter tempo para secar o cabelo como deve ser
... ter tempo para ler revistas cor de rosa
... ter tempo para vir atualizar o blog :)

{e morrer de saudades dos 3 rapazes, ainda que a separação seja só de dois dias}

segunda-feira, 16 de junho de 2014

ajudante de primeira

hoje o zizo foi comigo para o trabalho, pois estava prevista uma atividade para/com crianças, sob o tema da prevenção/primeiros socorro e lá foi ele todo contente (que criança não gosta de ir ao trabalho dos pais?)!

ao contrário dos meus receios, portou-se lindamente! durante a manhã esteve sossegado e em silêncio quase todo o tempo, entretido a fazer umas fichas que improvisei na net e a pintar uns desenhos (do "fuleco" - raio de nome que inventaram para a mascote do mundial - e dos legos, claro está).

durante o workshop, como sempre foi muito interventivo mas também esteve auto-controlado qb.

promessa dele cumprida, eu cumpri a minha e um almoço no mc donalds depois, lá voltamos para a parte da tarde.

o meu rapaz continua a surpreender-me pela positiva e a demonstrar que, num ambiente previsível, calmo e controlado consegue estar bem, integrado e feliz  :)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

dá-lhe gás!


cafeina em modo on, cheia de adrenalina e preparada para enfrentar uma semana d-a-q-u-e-l-a-s!
cheia de trabalho, não há tempo para desmotivações. às vezes o stress pode fazer bem...

terça-feira, 10 de setembro de 2013

que rumo...?


eu gosto da empresa onde trabalho, onde cresci como pessoa e profissional. a “minha” empresa é uma segunda casa, a sua cultura combina bastante com os meus próprios valores, os meus colegas são uma segunda família. mas já gostei mais da minha empresa, já acreditei mais nela, no seu futuro, nas oportunidades.
hoje, a empresa onde eu trabalho já não me realiza, apenas preenche os meus dias e dá-me subsistência financeira. apesar disso,  sinto-me bem integrada, as minhas opiniões são ouvidas, sou respeitada. mas, a minha empresa tem apostado na centralização dos serviços, do poder, nas influências. o local físico onde trabalho, outrora centro nevrálgico de toda a decisão e conhecimento core do negócio, está a esvaziar-se de pessoas e de funções; passou a parente pobre. cada vez há mais secretárias vazias, pisos desertos, pessoas tristonhas e desmotivadas, a cumprir as suas obrigações sem grandes perspetivas de futuro, sem alento. sinto-me desolada com esta realidade e lembro, com saudade, a agitação e o fervilhar de outros tempos. a estabilidade também faz falta, mas ela estará cá por quanto mais tempo?
dou comigo a refletir, vezes e vezes, sobre o que eu gostava mesmo de fazer fora deste contexto profissional; tento encontrar um foco claro de interesse, ver para fora da caixa. e o mais triste é que não consigo chegar a nenhuma conclusão. aos 37 anos não sei muito bem o que me faria realmente feliz e concretizada…
organizar eventos?
gerir  um jardim de infância, atl ou centro de estudos?
gerir um espaço de turismo rural?
ter um negócio virtual?
trabalhar numa ong?
ser consultora e/ou formadora?
já fiz mapas mentais, análises swot, testes de orientação profissional mas ainda não consegui descobrir o meu dom… se é que tenho algum!
os primeiros passos estão dados, a imaginação prolifera, a motivação para a mudança cresce. e um dia a inspiração há-de chegar! a seguir, há-de chegar a decisão!