"o sucesso aguarda aqueles que pacientemente o preparam."
- by pedro vieira
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(e também é por isso que se trabalha ao fim de semana)
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domingo, 2 de outubro de 2016
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
mais uma para a coleção
podia ser pior, podia ser pior...
as coisas vêm quando têm que vir
e logo se vão embora
e coisas boas acontecem.
isso mesmo...
[olá rotura de ligamentos, adeusinho férias...]
segunda-feira, 13 de junho de 2016
o teu primeiro dia
"sabes aquele momento em que, acabado de acordar, ainda não sabes que tu és tu?
imagina prolongar esse momento por um dia inteiro, vivendo-o como se fosse o teu primeiro dia - aquele em que te descobres.
que pequenos tesouros existem em ti, por revelar?"
by Pedro Vieira
sexta-feira, 27 de maio de 2016
zizo, o sindrome de asperger e as notas na escola
surpreendidos
de coração cheio
felizes, orgulhosos
esperançosos
acreditando num futuro radioso
e mais: embora já pudesse beneficiar do plano educativo de necessidades especiais (no caso dele está previsto mais tempo para fazer os testes e explicações mais detalhadas do que é pretendido), não foi necessário!
deu-se um clique na cabecinha do meu menino, um clique que fez com que ele se concentrasse, porque o conhecimento e as capacidades ele tem! temos que descobrir como ativar esse clique, porque funcionou, porque é possível ele encontrar estratégias para lidar com o que o pode estar a limitar.
verdade é que foi logo após eu concluir o curso de pnl e do "truque" dos óculos mágicos, uma âncora que vou continua a ativar. os segundos testes vêm aí e vão correr tão bem quanto os anteriores!
o zizo está com a memória positiva da felicidade da conquista ainda muito presentes e estou certa de que assim vai continuar.
terça-feira, 10 de maio de 2016
a minha avó
créditos de imagem- alice | temcalmaqueeusoutuamae.blogspot.com
a sua mente já não recorda quem sou, mas o carinho no olhar liga-nos
profundamente e reconhece o amor no coração e a afinidade que temos nas
almas.
- como te chamas minha menina?
- és tão bonita! (saio à minha avó, respondo.)
- tens filhos?
- quantos são?
- onde moras?
- ah, és tu minha menina!
(volta a perguntar-me se tenho filhos).
e olha-me nos olhos com ternura e
abraçamo-nos. hoje, os seus beijinhos foram infinitos e doces, ao ponto de não
me largar, naquele momento de tão intenso amor.
querida avó com nome de flor!
a doença já não a deixa recordar que sou a sua neta mais
velha, que me ajudou a criar com tanta ternura e dedicação, que tanta coisa me ensinou e ensina!
só não lamento que não recorde as agruras da vida difícil que teve,
dos filhos que viu partir em tenra idade ou ainda antes de nascer, das desconsiderações
de um marido duro e possessivo, das privações, das dificuldades financeiras. do
ter de fazer 15 km a pé, madrugadas fora, para ir servir em casas de senhoras
ricas, quando estava na flor dos seus 14 anos. das dores nos ossos de que toda
a vida padeceu.
querida avó que agora está sempre a cantar "oh rosinha, oh rosinha do meio" e "oh rosa arredonda a saia", e anseia por mimos e atenção;
que trata da sua filha, minha mãe, como se de uma bebé se tratasse, mas é ela quem
em bebé se tornou; que se entretém a fazer infinitos cachecóis de tricô para passar
as horas da sua dependência.
mas a minha avó continua a ser a minha avó, a pedra preciosa da familia. aquela senhora
redondinha, de fofos e fartos cabelos de nuvem cinzenta, que adora doces e passeios e
que tem um sorriso fácil nos lábios e abraços generosos.
que felicidade é saber
que ela está cá, para nos lembrar do seu exemplo de vida, que nunca devemos
desistir de viver nem de ver o que de bom temos à nossa volta.
querida avó rosa, querida flor, que hoje, mais uma vez, me encheu a alma de esperança e amor. avó, hoje o seu abraço fez-me sentir o quão infinito o nosso amor pode ser!
domingo, 8 de maio de 2016
entre um curso e o outro
coincidência ou não...
surgiu uma oportunidade na empresa, para assumir maiores responsabilidades.
dá que pensar.
será que a minha capacidade de influência aumentou?
será que a minha forma de comunicar melhorou?
será que a auto-consciência e a convicção dos meus valores - que muito passam pelo otimismo, pelo acreditar no potencial de todos e dar segundas oportunidades, sem fazer julgamentos, influenciou?
será que finalmente as minhas competências ficaram revestidas por uma atitude que afirma maior liderança?
será que foi a lei da atração em pleno?
o tempo o dirá.
por enquanto ou que eu tenho a dizer é somente: sou grata!
quarta-feira, 27 de abril de 2016
já aqui contei que
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quinta-feira, 21 de abril de 2016
mensagem do meu chá para mim:
“have
wisdom in your actions and faith in your merits”
[e é também por isto qua adoro os chás yogi tea]
quinta-feira, 14 de abril de 2016
medidas/necessidades educativas especiais
esta manhã tive reunião na escola do zizo, com o seu
professor, a psicóloga e a técnica/professora de ensino especial, no seguimento
do processo de sinalização enquanto aluno com necessidades educativas
especiais.
as técnicas comprovaram as dificuldades de concentração,
nomeadamente os curtos espaços de tempo em que consegue manter o foco
(rapidamente muda de assunto para os seus interesses pessoais) e a inadequação
na interacção pessoal (se sente empatia, tende a ser demasiado espontâneo e informal).
o relatório foi feito e estão reunidas as condições para
prosseguir com as medidas que, à partida, serão:
- acompanhamento personalizado da professora de ensino especial
para realizar as fichas de avaliação (de forma a facilitar a compreensão do que
é solicitado e ajudar a manter o foco),
- mais tempo para as realizar e
- adaptação das questões (tornando-as mais diretas , objectivas
e de resposta curta).
o professor referiu que tem notado um retrocesso neste ano letivo,
nomeadamente nos trabalhos que o z tem que fazer individualmente (deixa
muita coisa inacabada ou simplesmente não realiza a tarefa). contudo, quando é
chamado individualmente ao quadro, realiza com sucesso e no tempo “normal”. parece
que esta estratégia resulta, pelo que solicitei que tentasse mais vezes esta
abordagem. acredito que assim ele se
sinta mais valorizado e reconhecido e que
consegue manter melhor a atenção na tarefa.
vamos testar já na próxima avaliação e ver se as medidas
resultam. considero que esta altura, antes que ocorra a transição para o 5º
ano, será muito importante verificar se este é o melhor caminho. a preocupação
é com o estigma, que não quero, de todo que o meu filho sinta.
um passo de cada vez, com foco no seu bem-estar e progresso,
na construção de uma autoestima saudável e de um coração e mente felizes!
sexta-feira, 8 de abril de 2016
carta ao professor do meu filho....
prof. x,
ontem estive, novamente, a conversar bastante com o z sobre a situação nas aulas e os desafios que enfrenta, tentando construir estratégias simples a que ele possa recorrer autonomamente.
no decorrer dessa conversa, o z contou-me que terá sido confrontado pelo professor ontem com uma "ameaça de suspensão”, tendo também referido que, por várias vezes (para além dos castigos) grita com ele nas aulas, o que o deixa, citando as suas palavras, com muito "medo do professor”, sentindo-se bastante frustrado e infeliz com essa situação.
Acredito que intenção do professor é obter a cooperação desejada mas, na realidade, com o exercício de autoridade de forma intimidatória e hostil, o resultado acaba por ser o aumento exponencial dos sentimentos de insegurança e ansiedade no z, o que em, em vez de ajudar, contribui para que ele se isole ainda mais dentro do seu próprio mundo, onde se sente mais seguro.
Como tão bem sabe, o z não é uma criança rebelde nem incapaz e tem de base uma educação com regras e fortes valores morais.
entre outras, as suas dificuldades de concentração nas aulas, nomeadamente na apreensão de conceitos abstratos e na resolução dos respetivos exercícios, advêm dos desafios típicos de quem é portador de síndrome de asperguer.
o facto do currículo escolar e das estratégias do seu ensino não serem as mais adequadas também dificulta, é certo. espero, sinceramente, que o parecer solicitado para o ensino especial possa vir ajudar um pouco.
entendo os obstáculos que tem para conseguir que o z trabalhe mais e melhor (também os tenho em casa), e também sei que o seu objetivo é positivo, no sentido em que o que pretende é que ele tenha o rendimento escolar desejado.Temos esse objetivo em comum, porque sabemos que o z é disso capaz e de muito mais.
mas, o z precisa da nossa ajuda para o conseguir. no seu papel de educador, peço que invista mais no z, nomeadamente numa relação mais positiva e de maior empatia. estou certa de que assim ele ficará mais equilibrado, feliz e, consequentemente, mais calmo e cooperante.
com menos irritabilidade, sem gritos e, muito menos, com ameaças.
com respeito pelas suas dificuldades que, acredite, são muito duras para uma criança.
a maioria dos/as professores/as que conheço têm como principal missão, o desejo genuíno de ser uma referência positiva no percurso de vida dos seus alunos. a escola primária, sem dúvida, é uma etapa determinante, com inúmeras coisas boas e descobertas: aprender a ler, a contar, a trabalhar em grupo, as experiências novas, os amigos, as festas de natal, os passeios, os professores... passados todos estes anos, eu recordo a minha professora primária com saudade, carinho e muita admiração.
não seria extraordinário se os meus filhos, e se os seus filhos , um dia mais tarde, pudessem sentir e dizer o mesmo acerca dos seus professores?
certa da sua compreensão para este meu desabafo de mãe e pedido de colaboração, envio os melhores cumprimentos,
alice.
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