ontem foi o dia...
quarta-feira, 5 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
retive...
"nos países desenvolvidos, o número de crianças afetadas pelo autismo, ou pelas doenças do espetro do autismo, aumentou, segunda as diversas fontes, entre três a dez vezes nas duas últimas décadas."
cristina sales, médica (in prefácio "mais alto do que as palavras", jenny mccarthy)
"o autismo é uma disfunção que, atualmente, atinge uma em cada 150 crianças. (...) estas crianças têm problemas com o desenvolvimento e o uso da linguagem. têm rituais e comportamentos repetitivos. têm problemas em compreender como interagir socialmente. (...)
em que são diferentes as crianças autistas? as crianças com autismo não estabelecem contacto visual direto (olhos nos olhos) (...) poderão referir-se a si próprias na terceira pessoa (...) podem ser hipersensíveis ao som e ao toque. brincam de um modo que não é funcional (...) estas crianças giram sobre si próprias, andando à roda, dão palmadas e andam em bicos de pés (...)
david feinberg (in prólogo "mais alto do que as palavras", jenny mccarthy)
"as coisas que pensara serem traços de personalidade eram, na verdade, características do autismo (...)
o autismo é muito mais comum do que esperava (...) é a doença que está em maior processo de evolução no mundo, com uma taxa de crescimento anual entre os 10 e os 17%. a cada 20 minutos é diagnosticado autismo a uma criança (...) uma em cada 150 crianças é autista e um em cada 94 rapazes sofre de alguma forma de autismo (...)
sempre soube que evan, de alguma forma, iria mudar o mundo. tinha um forte pressentimento disso. simplesmente não sabia ainda que seria através de mim. (...)
é impossível não ficar com o coração despedaçado quando se leva o nosso filho a um local onde tratam pessoas com doenças mentais (...)
o amor pela música era uma coisa que todas essas crianças tinham em comum. o som de uma canção trazia sorrisos aos rostinhos dos miúdos, que reagiam positivamente (...)
existe também um enorme aumento de desordens por défice de atenção com hiperatividade, sendo dito às mães que mediquem os filhos para esse efeito. se, acima de tudo, tivermos cuidado com a alimentação que damos aos nossos filhos, talvez não venha a existir a necessidade de medicação. (...)o elevado nível de açúcares no sangue, assim como os sabores artificiais, são conhecidos por causarem problemas de comportamento nas crianças (...)
descobri que indigo é um termo da nova era para crianças com dda e ddah e que cristal é um termo por vezes usado para com crianças autistas. mas que raio, isto faz sentido!, pensei. (...)
in "mais alto do que as palavras", jenny mccarthy
cristina sales, médica (in prefácio "mais alto do que as palavras", jenny mccarthy)
"o autismo é uma disfunção que, atualmente, atinge uma em cada 150 crianças. (...) estas crianças têm problemas com o desenvolvimento e o uso da linguagem. têm rituais e comportamentos repetitivos. têm problemas em compreender como interagir socialmente. (...)
em que são diferentes as crianças autistas? as crianças com autismo não estabelecem contacto visual direto (olhos nos olhos) (...) poderão referir-se a si próprias na terceira pessoa (...) podem ser hipersensíveis ao som e ao toque. brincam de um modo que não é funcional (...) estas crianças giram sobre si próprias, andando à roda, dão palmadas e andam em bicos de pés (...)
david feinberg (in prólogo "mais alto do que as palavras", jenny mccarthy)
"as coisas que pensara serem traços de personalidade eram, na verdade, características do autismo (...)
o autismo é muito mais comum do que esperava (...) é a doença que está em maior processo de evolução no mundo, com uma taxa de crescimento anual entre os 10 e os 17%. a cada 20 minutos é diagnosticado autismo a uma criança (...) uma em cada 150 crianças é autista e um em cada 94 rapazes sofre de alguma forma de autismo (...)
sempre soube que evan, de alguma forma, iria mudar o mundo. tinha um forte pressentimento disso. simplesmente não sabia ainda que seria através de mim. (...)
é impossível não ficar com o coração despedaçado quando se leva o nosso filho a um local onde tratam pessoas com doenças mentais (...)
o amor pela música era uma coisa que todas essas crianças tinham em comum. o som de uma canção trazia sorrisos aos rostinhos dos miúdos, que reagiam positivamente (...)
existe também um enorme aumento de desordens por défice de atenção com hiperatividade, sendo dito às mães que mediquem os filhos para esse efeito. se, acima de tudo, tivermos cuidado com a alimentação que damos aos nossos filhos, talvez não venha a existir a necessidade de medicação. (...)o elevado nível de açúcares no sangue, assim como os sabores artificiais, são conhecidos por causarem problemas de comportamento nas crianças (...)
descobri que indigo é um termo da nova era para crianças com dda e ddah e que cristal é um termo por vezes usado para com crianças autistas. mas que raio, isto faz sentido!, pensei. (...)
in "mais alto do que as palavras", jenny mccarthy
mais um livro lido numa tarde...
sinopse:
a viagem de uma mãe ao mundo do autismo
"este é o livro que espero que corra o mundo. foi para o escrever que nasci."
quando ouvimos falar da famosa modelo e atriz jenny mccarthy, companheira de jim carrey, somos de imediato remetidos para o fantástico mundo das celebridades, do charme e do glamour. no entanto, a vida de jenny não se distingue da de qualquer outra mãe.
tudo começou numa manhã igual a tantas outras, à exceção de se ter deparado com um ataque convulsivo do seu filho evan, então com 2 anos. teve então início a atormentada odisseia de visitas a hospitais, que culminaram com a terrível realidade: "lamento imenso, o vosso filho tem autismo."
longe de uma sentença, o diagnóstico representou o início de uma longa jornada na busca de uma cura para o autismo. uma viagem feita de coragem e de fé, pela qual a autora nos conduz pelos meandros do "assombrado" mundo das crianças autistas, até, através de novas terapias e tratamentos, conseguir vislumbrar a luz a fundo do túnel. porque, quando o nosso filho é diagnosticado com autismo, toda a nossa vida se altera.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
honestidade e comoção
ontem ao fim do dia, quando fui buscar o zizo à escola:
a professora de expressão musical/dramática pediu para falar comigo, com ar apreensivo (que inicialmente me deixou preocupada).
O motivo era um pedido de desculpas por ter retirado o z do papel principal da peça de natal da escola, devido a um comportamento que ela interpretou como sendo de afronta e má educação (devido à sua hipersensibilidade auditiva, há ruídos que não suporta e, como a música estava muito alta para ele, começou a bater com a caneta na garrafa da água metálica sem parar, para tentar anular o som alto da música).
mas agora que já tinha percebido que ele é um menino com uma sensibilidade diferente dos demais e que já começava a saber como lidar com ele, percebera que tinha sido injusta e sentia-se triste e incomodada com isso. o mais curioso é que foi o próprio z que a começou a conquistar aos bocadinhos ao mostrar todo o entusiasmo que tem nas suas aulas e como se sente feliz. inclusivamente mostrou-se emocionada por, um destes dias, o z lhe ter tocado num braço e dito, olhos nos olhos e com toda a pureza do seu coração: “és a melhor professora que eu já tive na vida!”
disse-me ainda que o considera um menino com imensas capacidades, que muitas vezes fica boquiaberta com o que lhe diz e como o diz e, ainda, que gosta muito dele e que em tudo o que puder o irá ajudar.
e ao escutar isto, emocionada fiquei eu. e sei que ganhei uma aliada, na escola, e que o meu filho, com ela, estará bem e seguro, porque tem ali alguém que conquistou por ser como é!
oxalá todos os professores fossem assim...
o primeiro
quem vai ser o primeiro a tomar banho? E o gugas – eu, eu!
vamos ver quem acaba de comer primeiro? – será o zizo ou o gugas? – eu, eu!
vamos ver quem adormece primeiro? – eu, eu!
confesso que , por agora, tenho conseguido usar este espírito competitivo a meu favor ;)
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
clafoutis de maçã e canela
esta é uma receita que a minha querida sogra costumava fazer, que o meu marido adora. ela cozinhava muito bem e, felizmente, ainda aprendi algumas coisas e guardei muitas das suas receitas. é claro que nunca fica igual (faltam-me os ano de experiência e aquele toque pessoal), mas são sabores que trazem felizes memórias. são sentidos que eu faço questão de perpetuar :)
este clafoutis ficou uma delícia e é uma sobremesa reconfortante e ótima para o inverno, já que se pode (e deve) comer morno. para ajudar, os ingredientes principais são canela e maçã, que, cá por casa, adoramos :)
ingredientes:
- 4 maçãs descascadas e cortadas em quadradinhos
- 3 ovos inteiros
- 6 colh. sopa de açúcar
- 30 g. de manteiga à temperatura ambiente
- 50 g. de farinha
- 130 ml. de leite
- canela qb
- manteiga e açúcar qb
preparação:
- unte um pirex com manteiga e disponha as maçãs cortadas, polvilhadas com canela a gosto.
- misturar todos os restantes ingredientes, juntar mais 1 colher de café de canela (opcional) e dispor sob as maçãs
- colocar umas nozinhas de manteiga por cima e polvilhar com um pouco de açúcar
- levar ao forno cerca de 40 min.
- servir morno
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